quarta-feira, 14 de julho de 2010

Amor?! Ai de mim.

 Acho que a idéia de que nós precisamos de amor foi colocada na nossa cabeça com propósitos malignos... Exageros à parte, mas não é absurdo que a gente só viva pra amar e ame pra viver?
Amor é uma coisa adquirida e não uma coisa inerente ao ser humano e será que ninguém entende? Será que eu sou uma pessoa ruim por não amar (e quando eu digo amar, eu falo de todo o conceito hollywoodiano de achar um parceiro - ou parceira - de vida pra viver feliz pra sempre) alguém?
Eu não sei se eu estou me tornando uma pessoa pessimista ou eu só estou começando a ver as coisas como ela realmente são... John Lennon escreveu que pra amar alguém intensamente é preciso se apaixonar por si mesmo.
Talvez, segundo essa premissa, eu não me ame o suficiente.
Mas isso faz de mim uma pessoa infeliz? Uma pessoa amarga? ( e eu sei que isso soa amargo, mas vem do fundo dos meus tecidos cardíacos) Por que a idéia de plenitude tem que estar intimamente ligada ao objetivo de se casar, manter esse relacionamento pra sempre e perpetuar a espécie?
Não me entenda mal, eu quero isso, bem lá no fundo pra minha vida.
Mas o problema é que às vezes eu penso que não é só isso que a gente tem que buscar: o amor genuino.
Porque todo mundo se vê dependente desse sentimento pra viver (eu fui/sou - ? - uma delas) e as coisas não são geralmente assim.
Sabe o que eu queria de verdade, bem no meu peito?
Absorver toda essa "ignorância" popular de que se apaixonar é fácil e amar é mais fácil ainda ao invés de ficar matutando na cabeça, se essa procura incessante vale mesmo a pena.


blame it on the pop songs. ♪

2 comentários:

Vicki Blue disse...

Cadê a chama?
xDDDD


Concordo, thou.

Joan Jett disse...

busquemos então o amor momentâneo!